EMPRESA | MARCAS | MONTRA | TENDÊNCIAS | PCMG em MOVIMENTO | FORMAÇÃO | PROJECTOS | CONTACTOS
HOMEPAGE
TENDÊNCIAS
A íris, o “eu” e a maquilhagem

Autor de um novo e revolucionário método para determinar a cor e o estilo da maquilhagem de acordo com a cor e a estrutura da íris dos olhos, o médico iridologista e investigador Roberto Kaplan fez uma demonstração, numa das conferências que animou o Fórum Estética Viva, na qual provou que é possível escolher um tipo específico de maquilhagem de acordo com a personalização da íris e com a “impressão” que queremos causar em determinadas circunstâncias

Os seus olhos, devido a uma coloração única, marcas e padrões pessoais contam a história da sua influência genética, daquilo que realmente é. A estrutura do seu olho faz parte da sua personalidade, da sua consciência, do seu “eu” mais profundo. Esta é, pelo menos, a convicção do sul-africano Roberto Kaplan, um oftalmologista que tem dedicado parte da sua vida ao estudo da íris, através das tecnologias mais avançadas, para realçar o poder pessoal e o verdadeiro eu de cada um. Como cada íris é única, funciona exactamente como uma impressão digital. E quando alguém olha para si e para a sua maquilhagem, pode saber muito sobre a sua história. A “visão consciente”, título de um dos livros de Kaplan, está subjacente a este conceito que nos diz que as características da íris revelam um código genético que nos dá a indicação da personalidade das pessoas e que se reflecte directamente na maquilhagem, ou seja, na cor, na aplicação e design da mesma.

Para Kaplan, o olho direito “pertence” ao lado paterno da família, enquanto que o esquerdo chama a si o lado materno. O primeiro diz respeito à percepção masculina, racional, lógica e intelectual, enquanto que o segundo “vê” de uma forma mais intuitiva, sentimental e criativa.

Para Kaplan, existem três estruturas por excelência na íris: Os “Feelers” ou aqueles que sentem, os “Thinking” – aqueles que pensam e os “Emotional” – os mais emotivos. A cada uma destas estruturas pertencem determinadas características “visuais” – ou seja, que podem ser observadas na própria íris e também comportamentais. Vejamos cada uma delas:

1º tipo – “Feelers”
A calma da água e a maciez da areia. São as imagens que podemos “ver” no tipo de íris que ostentam esta estrutura. Ou seja, se olharmos para um lago ou para as dunas de areia, ficamos com uma sensação de calma e relaxamento, que é o que as irís “feelers” transmitem. Associadas a esta estrutura, estão a sensibilidade, o fácil relacionamento, a capacidade para tocar os outros espontaneamente, a solidariedade e a tranquilidade.

2º tipo – “Thinking person”
As montanhas. As fundações sólidas das montanhas, que conseguem sustentar os lagos, fazem com que os “feelers” se sintam atraidos pelos “thinkers”, que são, normalmente, pessoas analíticas, que se expressam com clareza, têm alma de líderes e contam com um raciocínio movido pela racionalidade e pela lógica.

3º tipo – “Emotional”
As flores. As estruturas de íris emocionais, que fazem lembrar as flores, pertencem a pessoas espontâneas, expressivas, um pouco inconstantes e muito energéticas.

De acordo com Kaplan, em princípio as pessoas têm duas estruturas de íris, sendo que uma é dominante e deve-se aplicar maquilhagem de acordo com aquela que queremos realçar. Ou seja, se você é do tipo “feeler” mas desempenha funções de liderança numa empresa, deverá realçar, com a maquilhagem certa, o seu lado de “thinker”, para impor mais respeito às pessoas que lidera. Ou seja, a maquilhagem serve sempre para enfatizar uma das estruturas, de acordo com as variadas situações que se nos vão deparando.

Claro que para isso é necessário que se consiga identificar uma íris e a a sua estrutura. Daí que Kaplan possua um site na Internet -, no qual é possível contactá-lo e ser consultado via online. Poe igualmente enviar um email para robertokap@beyond2020vision.com

Não deixe de consultar os outros artigos desta secção

Topo

casino games